Auxílio Emergencial

Operação da PF contra fraudes ao Auxílio Emergencial cumpre mandados de busca e apreensão em Luís Eduardo Magalhães

Investigações apontaram que suspeitos cadastraram pelo menos de 45 contas em nome de terceiros, para recebimento do Auxílio Emergencial deforma fraudulenta. Prejuízo estimado é superior a R$ 27 mil.

Operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira, em Luís Eduardo Magalhães — Foto: Divulgação/Polícia Federal
Uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada na manhã desta quinta-feira (8), contra fraudes no Auxílio Emergencial, cumpre três mandados de busca e apreensão em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia. O prejuízo estimado é superior a R$ 27 mil.
Segundo informações da PF, no decorrer das investigações, foi apurado que os investigados cadastraram no aplicativo Caixa Tem pelo menos de 45 contas em nome de terceiros, para recebimento do Auxílio Emergencial de forma fraudulenta.
Após depósito dos benefícios, os suspeitos transferiram imediatamente os valores para contas vinculadas ao grupo. Essa transferência de valores também foi feita por meio da emissão de boletos bancários emitidos pelos próprios suspeitos.
Além dos mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, também foi determinado o bloqueados de valores das contas dos investigados. Eles responderão pela prática dos crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.
As investigações que culminaram com a Operação Última Barreira, nesta quinta, tiveram início em 2020, e resultam da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid), a CAIXA, a Receita Federal (RF), a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).
De acordo com a PF, o objetivo da EIAFAE é a racionalização dos procedimentos de apuração criminal com relação a fraudes no Auxílio, com foco na atuação de grupos, associações ou organizações criminosas e a desarticulação de fraudes estruturadas.
Segundo PF, investigados cadastraram ao menos 45 contas em nome de terceiros, para receber auxílio de forma fraudulenta — Foto: Divulgação/Polícia Federal
Fonte: G1 BA
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Adilson Amorim

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